http://www.guiadecasamento.com.br Anuncie no Guia de CasamentoAnuncie Cadastre-se no Guia de CasamentoCadastre-se Indique o Guia de CasamentoIndique Fale com o Guia de CasamentoFale conosco

 

Vacine-se Contra a Rubéola

A Rubeola é uma doença contagiosa causada por um vírus, normalmente benígna, exceto quando atinge uma mulher grávida, podendo provocar aborto ou defeitos congênitos no bebê.

O que é a Rubéola?
É uma doença contagiosa causada por um vírus. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via respiratória, isto é, o indivíduo doente lança no ar o vírus existente nas secreções nasais e da garganta.
A pessoa não protegida, quando infectada poderá apresentar após um período de incubação de cerca de 20 dias: febre baixa, manchas vermelhas pelo corpo, "ínguas" no pescoço e nuca. Vários casos podem não apresentar o exantema e a doença passar despercebida.

Como prevenir a rubéola?
A prevenção da rubéola é feita através da vacinação. A vacina contra a rubéola contém o vírus vivo atenuado, isto é enfraquecido, mas com capacidade de induzir o organismo humano a produzir anticorpos. No calendário de vacinação de rotina a vacina é aplicada aos 15 meses (junto com as vacinas contra o sarampo e a caxumba). Para conseguir a erradicação da Rubéola e da SRC também são feitas campanhas anuais de vacinação.

Todas as pessoas vacinadas estão protegidas?
A vacina contra a rubéola é muito boa, tem 95% de eficácia quando aplicada após o primeiro ano de vida. Antes de engravidar, a mulher precisa saber se está ou não imunizada contra a rubéola, via vacina ou imunização natural (ter contraído anteriormente a doença). Caso não esteja imunizada, por precaução a vacina só pode ser tomada pelo menos um mês antes de a mulher engravidar.

Estão ocorrendo casos de rubéola no Brasil?
Sim. O Sistema de Vigilância da doença detectou inúmeros surtos de rubéola no ano 2000. No Brasil, a redução na incidência da rubéola em mulheres foi resultado das ações de vacinação realizadas a partir de 2001, usando a vacina dupla viral (DV). Infelizmente tais medidas não conseguiram interromper a circulação do vírus da doença, tendo-se, em conseqüência, registro de surto em 2006 que se estendeu pelo ano de 2007. Foram mais de 8.564 casos, sendo que, destes, 161 foram em mulheres grávidas, resultando em 17 casos da SRC. A maior proporção da doença ocorreu nas pessoas entre 20 a 29 anos de idade.

Quais os sintomas da rubéola?
Os sintomas da rubéola aparecem sob a forma de manchas vermelhas no rosto, couro cabeludo e pescoço e que se espalham pelo corpo e coçam; um pouco de catarro; gânglios doloridos atrás das orelhas; dores nas juntas das mãos e outras. Alguns sintomas gripais, dor de cabeça, dores generalizadas, conjuntivite, coriza e tosse, podem estar presentes durante este mesmo período. Estes sintomas são inespecíficos, ou seja, eles podem ser confundidos com os sintomas de uma série de outras doenças, tais como gripe, sarampo, escarlatina e dengue. Por isso, o diagnóstico definitivo da rubéola é feito através de um exame de sangue. Até 50% dos casos de rubéola são assintomáticos, mas podem contagiar outras pessoas susceptíveis e disseminar a infecção.

A rubéola é doença grave?
Normalmente a rubéola é benigna, exceto quando atinge uma mulher grávida. A rubéola na mulher grávida é uma doença grave porque pode causar um em abortamento espontâneo, natimortos (feto que morreu dentro do útero ou durante o parto) e malformações múltiplas, como: problemas no coração, cegueira, surdez, retardo mental, etc. Estas anomalias no recém nascido caracterizam a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC).

A mulher grávida pode receber a vacina?
Não se recomenda à administração de vacinas de vírus durante a gravidez. As mulheres grávidas deverão procurar a unidade de saúde logo após o parto ou aborto para serem vacinadas. Estudos realizados até o momento no acompanhamento de mulheres grávidas vacinadas inadvertidamente com a vacina contra a rubéola, não registraram a ocorrência de malformações compatíveis com a SRC em nenhum dos recém-nascidos acompanhados. No entanto, a título de precaução e no sentido de evitar associação indevida entre o uso da vacina e a ocorrência de abortos ou natimortos (feto que morreu dentro do útero ou durante o parto), as mulheres vacinadas deverão evitar a gravidez por, pelo menos, 28 dias (vinte e oito dias) depois da vacinação. As gestantes que, inadvertidamente, forem vacinadas devem buscar orientação em um Posto de Saúde ou diretamente com o médico que esteja acompanhando o pré-natal.

(dados atualizados em 08/08/08)

 
Centro de Vigilância Epidemiológica de SP
http://www.cve.saude.sp.gov.br/
Com complementos da Equipe Guia de Casamento
Indique o GuiaIndique essa matéria a um amigo    Imprimir
Assuntos Relacionados:
Vai Viajar? Não Esqueça a Vacina
Seguro para Casamento e Eventos
Noivos Surdos Têm Casamento em Língua de Sinais
Casamento Faz Bem? Pesquisas Tentam Descobrir
Dicas para Contratar Empresas de Casamento
 
Veja mais nessa seção:
Diferenças entre Separação Judicial e Divórcio
Roteiro de Viagem: Campos do Jordão
Superstições de Casamento
O Casamento e as Quatro Estações
Plano de Contingência: Garantindo o Sucesso do Casamento
 
Multicotação
Publicidade



 
Copyright | Anuncie | Imprensa | Privacidade | Aviso Legal | Fale Conosco
http://www.guiadecasamento.com.br - © 2012-2013 - Todos os direitos reservados
Realização:
Vega Web